Não vai, não. Se aconchega aqui no meu peito, que tem espaço de sobra pra você. Deixa o timbre da sua voz me arrepiar, e eu prometo ficar aqui só pra você.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Não vai embora, não. Se quiser eu faço um chá para você, adoço seu café o quanto você quiser. Se quiser, eu posso até pintar um quadro. Mas, não vai, não. Não se aprofunde nessa sua tristeza repentina, não siga esse caminho que a sua escuridão está querendo te levar. Não deixa, não. Se quiser eu posso te comprar um maço de cigarros. Mesmo que você não fume. Eu posso te contar uma piada, adoraria ver teu sorriso deslumbrar novamente. E seria tão bom.
Não vai, não. Se aconchega aqui no meu peito, que tem espaço de sobra pra você. Deixa o timbre da sua voz me arrepiar, e eu prometo ficar aqui só pra você.
Não vai, não. Se aconchega aqui no meu peito, que tem espaço de sobra pra você. Deixa o timbre da sua voz me arrepiar, e eu prometo ficar aqui só pra você.
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