terça-feira, 4 de outubro de 2011

Endereçado a Charlie Dutchman.

Inglaterra, 28 de Agosto de 2011.

Meu caro, Charlie.
Venho à lhe dizer, que ando pensando em não fumar mais esses cigarros, em respeito a você, que obviamente, és meu marido. E deve estar  um tanto quanto preocupado com o meu pulmão, que na verdade não vai nada bem. Venho também, nessa carta tão curta, e pobre de palavras, lhe dizer, que és também a única razão, que eu ridiculamente, penso em escrever.

Meu bem,
te levarei para algum lugar confortável, quando você voltar. E se eu tiver medo, espero que você, meu amor, cuide de mim. Queria lhe contar, que meu peito arde em saudades, e que eu estou cansada de viver à base de calmantes e soníferos. Então, meu amor. Volte logo.
Responda-me com tua bela caligrafia,
e claro, se puder.
E não se esqueça, de tomar seu chá antes de dormir. Senão acordará nos nervos, e não quero que desconte sua raiva, nessas pessoas.

Atenciosamente,
Senhorita Dutchman.

(Sob pseudo de Dionne Dutchman)

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